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A primeira dor de garganta a mamãe nunca esquece

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Fonte: Pixabay

Dizem que tudo o que acontece pela primeira vez na vida a gente nunca esquece. Mas são tantas “primeiras vezes” que acho que é impossível lembrarmos de tudo. Eu, pelo menos, não lembro de quase mais nada (risos!), mas uma delas acho que não vou esquecer: a primeira dor de garganta do Huguinho.

No último sábado, o Huguinho apareceu do nada com um febrão de 39 graus. Ele estava ótimo até o meio da manhã e de repente aquela febre. Ele ficou super caidinho, choramingando e não queria comer. A febre estava super persistente e não sabíamos muito o que fazer. Não havia nenhum sintoma “aparente”. Nada de coriza, espirros, tosse… nada!

Enviei uma mensagem para o nosso querido pediatra, mas percebi que ele estava offline, pois não havia recebido o whatsapp. A febre continuava alta e, como estávamos na casa dos meus pais, recorri a outro querido pediatra, que é vizinho deles, para pedir uma opinião sobre o antitérmico.

Na mesma hora ele examinou o Huguinho e constatou que o problema era a garganta. Estava muito inflamada, com várias placas. O Huguinho começou a tomar antibiótico imediatamente.

É claro que ter um diagnóstico acalmou o nosso coração. Mas, daí em diante, foram mais dois dias de choro, febre indo e voltando e apetite praticamente zero. Até a mamadeira ele recusava. Como fiquei feliz de ele ainda não ter desmamado completamente, pois foi a amamentação no peito que salvou os nossos dias.

O Huguinho já pegou outras viroses, mas foi a primeira vez que ele “interagiu” com o problema. Com dois anos e três meses, ele conseguiu nos dizer o que sentia. “Muito frio, mamãe”, “dodói ganta” e “tá ruim”, foram algumas das frases dele nesses dias.

É claro que não gostaria que ele estivesse passando por isso, qual mãe ou pai gostam de ver os seus filhos doentes? Mas tudo serve de lição. Para mim a principal delas foi perceber a importância do aleitamento materno mesmo após a criança completar dois anos. Ao contrário do que muitos, mas muitos dizem, o leite materno faz sim diferença. Não existe essa história de que depois de alguma tempo é a mesma coisa que água ou coisa do tipo. Vivendo e aprendendo e lá se foi mais uma “primeira vez”…

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‘Para um pouquinho, descansa um pouquinho, 550 quilômetros…’

huguinhoSabe quando você tem aquela sensação de que tudo parece estar dando errado? O maior problema disso é que aí que as coisas não dão certo mesmo.

Os últimos dias não foram fáceis por aqui. O Huguinho teve febrão, febrinha, muita tosse, engasgos seguidos de vômitos, e para completar a mamãe e o papai também ficaram resfriados. Junte a isso a falta de apetite do bebê, as crises de choro e as noites mal dormidas. Nada funciona bem e o nosso humor vai para o espaço.

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