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A arte de chorar

Chegar em um novo lugar e não saber falar o idioma pode ser uma experiência muito desconfortável. Nós adultos, sentimos isso emocionalmente ao querermos nos comunicarmos, porém, se não soubermos falar a língua, não será possível estabelecer uma comunicação rápida para  resolver nossos problemas mais imediatos. Senti isso na primeira vez que fui para a Holanda, chegando em Amsterdam não sabia o que fazer. Naquele tempo celular não gravava mapas e não queria sair perguntando informações básicas, de como por exemplo era pegar um tram para qualquer pessoa desconhecida.
Faço essa introdução porque carrego isso em mente quando vejo um bebê chorando ou uma criança já não tão bebê agindo da mesma maneira. O bebê quando chega ao mundo, não tem a capacidade de falar e mesmo se tivesse, não conseguiria sintonizar os sons da fala com o significados das coisas. Por isso, o bebê chora não somente quando sente uma necessidade emocional, mas também em qualquer situação física que sente um desconforto: como fome ou dor. Chora porque esse é o recurso que ele tem para se comunicar, não conhece outra maneira. Um pouco diferente é quando a criança começa a crescer e mesmo já sendo capaz de se comunicar, chora por não saber se expressar melhor ou porque talvez, foi assim que ela aprendeu a ser ouvida.

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Como uma criança muda as nossas vidas

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Na semana passada me deparei com um vídeo de uma campanha da Johnson & Johnson que mostra a relação entre pais e filhos. Nós tínhamos acabado de brigar com o Huguinho por conta de umas “levadezas” que têm se repetido por aqui, e  o vídeo foi um banho de amor. Assim que terminei de assistir, encaminhei para o Hugo. Dois minutos depois veio ele correndo do escritório para sala só para beijar o nosso bebezão.

Os altos e baixos na maternidade/paternidade fazem parte da nossa rotina. Tudo é tão intenso e tão urgente que às vezes uma coisa tão pequena vira uma tempestade enorme, com direito a raios e trovões. Lidar com tudo isso é a chave, mas não é fácil.

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Viajar com bebê é muito bom (e também cansativo)

WP_20160101_09_35_44_RichAproveitamos o feriado de ano novo para levar o Huguinho pra roça. Viajar com o nosso bebê é sempre muito bom, mas já vamos sem a ilusão de que será tudo perfeito, calmo e sem imprevistos. Com o Huguinho, pelo menos, sempre voltamos pedindo férias (risos!).

Desta vez, a maratona começou desde a arrumação das malas. Como fomos literalmente para o meio do mato, não dava para esquecer nada, pois a farmácia ou o mercadinho mais próximos ficam a cerca de 20 km de estrada de chão.

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