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Cinema e bebê: tudo a ver?

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Durante as férias aqui no Mama tive a ideia de convidar os meus meninos para ir ao cinema. Seria a primeira vez com o nosso pequeno e criei uma certa expectativa para o programa. O filme escolhido foi “Procurando Dory”, da Disney Pixar, já que ele adora peixes.

É claro que sabia que não iríamos chegar ao final do filme, pois são quase duas horas de peixes e mais peixes. Por mais que o Huguinho adore bichos do mar, a inquietude dele falaria mais alto no auge dos seus dois aninhos.

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A arte de chorar

Chegar em um novo lugar e não saber falar o idioma pode ser uma experiência muito desconfortável. Nós adultos, sentimos isso emocionalmente ao querermos nos comunicarmos, porém, se não soubermos falar a língua, não será possível estabelecer uma comunicação rápida para  resolver nossos problemas mais imediatos. Senti isso na primeira vez que fui para a Holanda, chegando em Amsterdam não sabia o que fazer. Naquele tempo celular não gravava mapas e não queria sair perguntando informações básicas, de como por exemplo era pegar um tram para qualquer pessoa desconhecida.
Faço essa introdução porque carrego isso em mente quando vejo um bebê chorando ou uma criança já não tão bebê agindo da mesma maneira. O bebê quando chega ao mundo, não tem a capacidade de falar e mesmo se tivesse, não conseguiria sintonizar os sons da fala com o significados das coisas. Por isso, o bebê chora não somente quando sente uma necessidade emocional, mas também em qualquer situação física que sente um desconforto: como fome ou dor. Chora porque esse é o recurso que ele tem para se comunicar, não conhece outra maneira. Um pouco diferente é quando a criança começa a crescer e mesmo já sendo capaz de se comunicar, chora por não saber se expressar melhor ou porque talvez, foi assim que ela aprendeu a ser ouvida.

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Huguinho e o meu primogênito

huguinho-mafuaMoramos aqui em Penedo há pouco mais de seis anos, e tem pouco mais de seis anos de idade o Mafuá, nosso grande companheiro dessa vida diferente que levamos aqui, com meno$, porém com mais qualidade de vida, liberdade, passarinhos coloridos e conversas fortuitas nas calçadas, aqui onde nem sinal de trânsito tem, ainda que tenha engarrafamento nos fins de semana mais concorridos dessa temporada de inverno.

Mas o Mafuá, um labrador americano de 40 quilos, tipo o Marley, é mais que isso: é um filho. Um filho diferente, é verdade, mas um filho. Costumo me referir a ele, ao Mafuá, como meu primogênito, para estranheza de alguns. Como do meu sogro. Quando ele vem aqui, ou quando o Mafuá vai lá, na casa dele, eu sempre digo: “Mafinha, diz oi pro vovô”. E o meu sogro sempre emenda de pronto: “Vovô, não! Não tenho neto cachorro!”. Sei, porém, que é um tanto da boca pra fora, de farra. Tal rejeição não combinaria com seu imenso coração.

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Como é trabalhar em casa com um bebê

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Optar por trabalhar em casa nunca foi uma decisão muito fácil. São vários pontos a favor, mas também vários outros contra. Se já era difícil antes da maternidade, imaginem depois que o nosso bebê nasceu.

Embora o “home office” seja uma tendência nos tempos atuais, muita gente ainda torce o nariz quando dizemos que trabalhamos em casa. “Trabalho? Como podem chamar de trabalho se estão dentro de casa?”. O que muitos não entendem é que trabalhar em casa às vezes é muito mais difícil e muito mais “trabalhoso” do que sair e cumprir um horário no escritório, na empresa, na fábrica, enfim, em um ambiente externo.

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Como deixar a vida do bebê mais doce sem açúcar?

Desde que dei inicio a alimentação do Tom, tomei a decisão de que açúcar, só a partir dos dois anos. Bom, essa tarefa não é lá uma das mais fáceis…  Até porque, depois do nascimento dos primeiros dentinhos, Tom quer comer tudo que vê pela frente.

Longe de mim querer levantar aqui no blog o que é certo ou errado, penso que mães e pais escolhem e sabem o que é melhor pro seu filhos. Aliás, preguiça desses assuntos que trazem “polêmicas” com filhos dos outros… Minha intenção aqui hoje, é compartilhar 3 comidinhas doces, mas que não contêm açúcar, que fui testando com o Tom, e que não só ele, mas, muitos adultos adoram!!!

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Fim de férias: de volta ao frio

Acabamos de voltar de longas férias no Brasil, foram mais de 40 dias aproveitando aquele calor gostoso do Rio de Janeiro. Foi bom demais apresentar nosso pequeno para família e amigos e curtir um aconchego familiar. Depois de tanto tempo sozinha com Gael aqui em Oslo, precisava muito socializar e receber carinho de quem estava longe quando ele nasceu.

Pena que o tempo passou tão rápido e já estamos aqui de volta a Oslo. Ainda bem que o frio mais intenso já passou (talvez ele ainda volte, nunca se sabe) e voltamos com uma temperatura razoável, depois de tanto rodar pelo Rio de Janeiro eu e Gael iríamos ficar entediados trancados em casa.

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Ele já não é mais um bebezinho…

mama-huguinhoO Huguinho já está prestes a completar 1 ano e meio. Ele já não é mais um bebezinho, daqueles calminhos que podemos deixar no tapete brincando para buscar um copo d’água na cozinha. Outro dia tive a prova definitiva disso.

Fomos aos Correios com o papai buscar uma correspondência. Chegando lá havia um menininho brincando sozinho enquanto o avô era atendido. O Huguinho não aguentou sequer um minuto no colo. Pulou para o chão e os dois começaram a brincar de pique. O menino, de três anos, liderava a brincadeira, e o Huguinho dava gargalhadas em alto e bom som! Ficamos eu e o meu marido vendo aquela cena impressionados. Acho que a sensação dele foi a mesma que a minha: o nosso bebê está crescendo, e rápido!

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Viajar com bebê é muito bom (e também cansativo)

WP_20160101_09_35_44_RichAproveitamos o feriado de ano novo para levar o Huguinho pra roça. Viajar com o nosso bebê é sempre muito bom, mas já vamos sem a ilusão de que será tudo perfeito, calmo e sem imprevistos. Com o Huguinho, pelo menos, sempre voltamos pedindo férias (risos!).

Desta vez, a maratona começou desde a arrumação das malas. Como fomos literalmente para o meio do mato, não dava para esquecer nada, pois a farmácia ou o mercadinho mais próximos ficam a cerca de 20 km de estrada de chão.

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