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Chegou a hora do desmame. E agora?

2016_10_12_14_40_09_oneshotHá alguns meses vinha imaginando como seria o desmame do Huguinho. Há mais de um ano já havia conseguido fazer o desmame noturno, ou seja, nada de mamar no peito de madrugada, mas o desmame completo eu não tinha nem ideia de como seria possível.

Para mim, o processo começou com pesquisas na internet e pedidos de dicas para amigas. Mas parecia algo tão distante, tão surreal e impossível de acontecer no curto prazo. A questão é que o Huguinho já estava com 2 anos e quatro meses e, embora tenha amado amamentar, já estava me sentindo muito cansada fisicamente.

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A mãe que eu não imaginava ser

A mãe que eu não imaginava ser

Eu não era do tipo de pessoa que sonhava em ser mãe. Nunca fui do tipo que tinha jeito com criança, mas sempre achei lindo, só não imaginava como uma criança se encaixaria na minha vida. Porém, o sonho da maternidade foi me conquistando aos poucos e virei mãe por escolha. Mas eu tinha uma visão diferente de muitas coisas que só vivendo mesmo para entender do que se trata. Em outras palavras, que o buraco é mais embaixo.

Amamentação. Antes de engravidar, eu achava que amamentar 6 meses já era uma amamentação prolongada. Isso porque no Brasil não se vê muito crianças sendo amamentadas muito mais do que isso. Trabalho, falta de tempo, cada um tem seus motivos e cada um faz suas escolhas, mas o fato é que no Brasil não há essa cultura da amamentação. Achava que bebês com dentes não poderiam mamar. Então fui ler sobre o assunto e descobri que a organização mundial de saúde recomenda aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade. E ainda mais, para espanto de muitas pessoas, recomenda que as crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os 2 anos de idade. Sabe qual a média brasileira? 54 dias. Gael está prestes a fazer 9 meses, já tem 4 dentinhos e continuamos com a amamentação.

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Minha experiência com amamentação: Parte III

 

2015TomBirthdayParty-275Durante a minha gravidez, não sei por que, passei batida sobre esse tema. Sempre imaginei que fosse ser uma “vaca leiteira” e meu filho um bebê que não teria problemas com a amamentação.

Depois do meu parto, se quiser saber mais sobre ele, leia aqui, Tom veio direto para o meu peito e mamou por muito tempo… Só depois disso que ele foi pesar. Puxa! Pensei: que fácil… só isso? As enfermeiras vinham a toda hora ver se ele estava mamando bem, me dar suporte e orientar. Tudo parecia estar em perfeita harmonia. Mas, mal sabia o que vinha pela frente…

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Minha experiência com a amamentação – Parte II

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Depois do lindo relato da Carol sobre a experiência dela e do Gael com a amamentação, decidimos explorar mais este tema tão importante e expor também as nossas experiências, minha e da Mari, que publica o post dela ainda nesta semana.

A minha primeira tentativa não foi muito fácil. O Huguinho nasceu com o que as enfermeiras e a médica que acompanhou o parto chamaram de “reserva”, e, por conta disso, levou quase 20 horas para aceitar mamar no peito.

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Nós indicamos: itens que amamos usar com nossos bebês

  1. Sling/canguru:
    Eu tenho os dois tanto o de pano, quanto o canguru da marca Ergobaby. Comprei primeiro o de pano, depois que vi que deu certo foi que investi no outro modelo. Pra falar a verdade, no primeiro dia que coloquei Gael no sling, ele tinha uma ou duas semanas de vida e ele ficou louco igual um pica-pau tentando achar meu peito, achei que não fosse funcionar. Esperei um mês mais para tentar de novo. Ele reclamou um pouco, mas após uns passos de dança e muito “shhh”, ele se acalmou e dormiu. Foi aí que eu descobri esse truque mágico do sling para fazer dormir. Ele dormia tranquilo, eu ficava feliz e até conseguia fazer outras coisas pela casa com ele penduradinho em mim. Já o ergobaby (meu modelo é o 360) usamos mais como opção para sair na rua. É bem melhor sair de canguru para alguns lugares onde de carrinho fica difícil o acesso. Usamos até hoje. Esse modelo é muito super confortável e eu posso usar na minha frente com ele virado para mim, ele virado para a frente (a partir dos 5 meses), ele nas minhas costas e na lateral. Não consigo imaginar minha vida sem eles.
  2. Almofada de amamentação:
    Esse foi um item que não dei bola de início, não queria gastar dinheiro num item que para mim era só mais uma almofada. Mas no hospital tinha uma disponível para usar e me apeguei. Meu pai me deu de presente um modelo que formava tipo uma caminha para o Gael mamar. Achei muito mais fácil amamentar com a almofada, essencial para esse início quando nós dois ainda estamos aprendendo. Acho que a almofada oferece conforto tanto para o bebê quanto para a mãe. Depois de mamar às vezes ele tirava uma bonequinha ali mesmo. Gostei muito dessa que usei, mas sei que existem outros modelos também muito bons.

  1. Berço/cercadinho desmontável:
    Quando o Huguinho nasceu compramos um berço desmontável para colocar no quarto e também usar quando fôssemos visitar as vovós. Depois, a vovó Angela emprestou um mais simples que ela tinha para colocarmos na nossa sala. A princípio, achei que seria bobagem, mas que nada. Usamos muito durante mais de um ano e meio. Agora tivemos que aposentar, pois o Huguinho passou a sair do berço sozinho e ficamos com medo dele se machucar. Na sala, o berço funcionou mais como cercadinho. O Huguinho passava bons minutos várias vezes por dia brincando sozinho no cercado. Serviu também para ele tirar algumas sonecas durante o dia ou dormir à noite enquanto os papais aproveitavam para ver um filme ou uma série na TV.
  2. Panelinhas de ágata:
    Outro presente da vovó Angela que achei que nunca fosse usar. Ganhamos três panelinhas de ágata antes mesmo de o Huguinho nascer. Pensei que seria daqueles objetos que a gente usa só pra enfeitar. Mais uma vez estava errada. Uso muito e até hoje. Neste final de semana até ganhei três novas, pois as minhas já estavam bem machucadinhas, coitadas! É daqueles utensílios que levo pra onde formos.

  1. Canguru:
    Eu usei o Canguru logo de cara, comprei da marca ergo baby, e usamos até hoje com o Tom (1 ano e 6 meses). Para mim, esse item é coringa em diversas situações, principalmente em viagens. Nosso filho sempre amou… mamava, dormia e podia ficar bem quentinho.
  2. Beaba- Babycook:
    Foi um dos melhores investimentos que fiz! Essa marca (Beaba) fabrica uma maquininha que cozinha (a vapor) e tritura os alimentos, provavelmente existem outras marcas. O meu modelo é esse aí, super simples. Mas é uma “mão na roda”, só colocar o alimento da sua preferencia e deixar que a máquina cozinha e desliga sozinha. Super prática, fácil de limpar e não preciso me preocupar. Ainda vem com um livrinho de receitas. Quando a gente viaja, eu carrego na mala… Não vivo sem a minha!

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Minha experiência com a amamentação

Junto com o nascimento do filho vem de brinde essa experiência incrível que é a amamentação. Primeiro filho tudo é novidade, parecia muito curioso um bebezinho agarrado no meu peito sugando seu alimento, produzido pelo meu corpo.

Quando você não conhece, apenas houve histórias, o máximo que se pode fazer é juntar os conselhos e se preparar da melhor forma. Eu me preparei da melhor forma que deu. Ok, para ser sincera eu não fiz muita coisa, além de comprar a pomada indicada e a bomba de leite. É sempre melhor ter tudo pronto caso aconteça alguma coisa. Mas o que mais ouvia era sobre a dor. E que dor, diziam. Eu confiava na minha capacidade de aguentar a dor e esperava passar por isso.

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O desmame noturno

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No post de hoje vou contar um pouco sobre a minha experiência em relação ao desmame noturno. Adianto que foi difícil, mas necessário.

Desde que o Huguinho nasceu estipulei como meta amamentá-lo no peito o máximo de tempo possível. Nunca tivemos nenhuma grande dificuldade nesta troca, embora ele tenha ficado quase 24 horas sem mamar quando nasceu devido a uma “reserva”, segundo a equipe do hospital. Mas logo nos entendemos.

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