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É hora de festejar os três anos do Huguinho!

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Sempre me disseram, desde que o Huguinho nasceu, que deveria aproveitar cada segundo, que não deveria nem piscar, porque o tempo voa. Naquelas horas de cansaço, noites sem dormir, amamentação desenfreada, não acreditava naquilo. Era impossível que o tempo pudesse passar assim tão rápido.

Mas passa! O tempo decola em um foguete! O Huguinho fez hoje, dia 15 de julho, três anos! Às vezes preciso parar e repetir pra mim mesma que já tenho um menino dentro de casa, cheio de vontades, atitude e frases de efeito! Que já me diz o que quer e o que não quer, que não é mais um bebezinho (nem de longe!) e que quer sair para brincar com os amigos (!!!). Só falta pedir o carro emprestado — o que espero que demore para acontecer (por favor, tempo, dê uma trégua!)

Agora entramos em uma etapa que ele aproveita ainda mais as festinhas de aniversário. Desde o início do ano estava contando os dias para a dele chegar. Como é um dos mais novos da turma, já participou de várias festinhas. A cada uma que passava ele nos perguntava se a dele seria no dia seguinte.

Neste ano decidimos que não iríamos fazer uma festinha em casa, e sim na escola. Foi uma escolha perfeita. Sabem aqueles sorrisos de felicidade indescritíveis? Foi o que vimos em mais de uma dúzia de rostinhos. O nosso pequeno, em especial, estava radiante. Pura felicidade! Curtiu cada um dos poucos minutos que passamos juntos com ele e seus amigos.

Foram dias falando sobre a festinha. Pena que logo na sequência ele ficou doentinho e teve que antecipar as férias escolares. Também acabei pegando a gripe dele, e às vésperas do dia 15 ainda não tínhamos decidido nem se iríamos cantar parabéns em casa. Mas ele nos repetia dia a dia que queria mais uma festa, claro! Para a alegria do pequeno, uma das vovós providenciou o bolo, a outra os brigadeiros, e o Huguinho os enfeites (todos os brinquedos que ele tinha de bombeiro foram para a mesa). O resultado inesperado e desprogramado foi uma bagunça muito gostosa. Fizemos uma farra no chão e ele curtiu como se fosse uma festa para 100 convidados.

A verdade é que às vezes nos preocupamos demais e esquecemos que basta um bolo em cima da mesa e um sorriso no rosto. Quer festa melhor?

Selecionei abaixo algumas fotos das comemorações deste ano. Na escola contratamos uma pacote de decoração do tema Hot Wheels com um precinho super camarada, encomendamos salgadinhos, bolo e brigadeiro. A lembrancinha fiz em casa: uma pista de feltro e um carrinho dentro de uma sacolinha imitando um semáforo. As crianças gostaram! Deu trabalho, mas valeu!

Espero que gostem. Como sempre, tudo feito com muito amor para o nosso “pequeno grande coração”, como também sempre diz o papai! Meu pequeno levado, nós te amamos “daqui até a lua (ida e volta!)”.
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A maternidade e as novas amizades

Fonte: Pixabay

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Depois que temos filhos a vida muda radicalmente. Em vários sentidos, incluindo o convívio social. Sair e não ter hora para voltar, independente do dia, é algo inimaginável a partir de então. Até porque você precisa pensar nas horas de alimentação, sono, xixi, cocô, mau humor, bom humor… e por aí vai.

Principalmente com crianças pequenas é muito comum os país não conseguirem mais frequentar os mesmos lugares. Com isso os amigos — e os próprios pais –acabam se afastando, involuntariamente e, em alguns casos, voluntariamente. Desde que o Huguinho nasceu já cansei de ler e reler relatos de outras mães contando como os amigos se distanciaram depois que seus filhotes chegaram. E acontece mesmo!

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‘Criança não namora. Nem de brincadeira’

crianca-namoraTem circulado nas redes sociais um grande debate em torno de uma campanha criada aqui no Brasil contra a erotização precoce das crianças. O tema me chamou a atenção e decidi pesquisar um pouco mais.

Descobri que se tratava de uma ação desenvolvida pela Secretaria de Estado de Assistência Social do Amazonas. Achei ótima a ideia do slogan: “Criança não namora. Nem de brincadeira”. O tema é polêmico, claro. Muitos acham que não tem nada a ver estimular aquele “namorico” entre crianças, e que essa campanha é nada mais, nada menos do que um excesso de “politicamente correto”.  Outros garantem que comportamentos assim podem ajudar a “adultizar” a criança e induzi-la a sentimentos que ainda não são próprios da idade.

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Festa do Mickey: é sempre bom comemorar a vida!

Quando estava pensando em um tema para escrever nesta semana me dei conta de que o aniversário de três anos do Huguinho já é logo ali, em julho. Neste ano vamos fazer uma festinha na escola. O tema ainda não está definido, porque agora não depende mais da gente. A escolha é dele e nem adianta dar palpites. A autonomia e a independência andam ganhando forma por aqui (risos!).

Enfim, o fato é que já comecei a pesquisar preços, ideias etc, e me dei conta também de que acabei não publicando nada sobre a festinha dele de dois anos. No ano passado fizemos um bolinho em casa e a decoração ficou por minha conta. O objetivo era deixar tudo bonitinho, mas sem muitos apetrechos e sem grandes gastos. Acho que deu certo.

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Olha lá… é um dinossauro!

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Todo mundo sabe que a imaginação infantil é algo sem limites. É incrível observar como um simples objeto pode se transformar em uma coisa digna de uma aventura do “Indiana Jones”. Mas não me canso de me divertir com isso.

Nesta semana fui levar o Huguinho ao pediatra. Ele não estava se sentindo muito bem e começou a ficar nervoso no carro. Estávamos só nós dois, e o nervosismo dele foi me atingindo. Ele não parava de chorar, reclamar de dor, e eu já não sabia mais o que fazer. Foi quando tive uma ideia: “Olha lá atrás da árvore… será que tem um dinossauro?”, disparei quando nos aproximávamos de uma mata que margeia a Dutra. Ele parou imediatamente de chorar e ficou entusiasmado. “Será, mamãe? Um dinossauro grande, verde e muito bravo. Será?”.

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É verdade: tudo passa!

IMG-20170312-WA0003Sabem aquela famosa expressão dita e repetida por familiares, amigos e até desconhecidos de que “tudo passa”? Parece filosofia de botequim, mas a verdade é, realmente, que “tudo passa”.

Na maternidade isso ganha um peso ainda maior. Como “tudo passa”… e como “tudo passa” tão rápido! É como se a gente fosse dormir — acabados, é claro — e acordasse em outra dimensão. O que no dia anterior parecia que não iria acabar nunca, nos fez ficar descabelados, destruídos e esgotados, no dia seguinte já ficou para trás e, obviamente, surge uma nova situação.

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Escola: ensinar e aprender a dar tchau

escola-huguinhoAo longo dos últimos dois anos e meio aprendi — e continuo aprendendo — que a maternidade não tem fórmulas, nem rotina definida, nem monotonia, nem nada. Cada dia é uma surpresa, uma novidade e um aprendizado. Mas às vezes seria sensacional ter uma varinha mágica!

Imaginem uma varinha que pudesse realizar os desejos mais secretos de uma mãe?! O meu pedido hoje seria um só: nos ensine a dar tchau. Digo isso porque matriculamos o Huguinho na escola. É apenas meio período, mas o suficiente para nos impor uma “separação” que até então nunca havia existido.

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Chegou a hora do desmame. E agora?

2016_10_12_14_40_09_oneshotHá alguns meses vinha imaginando como seria o desmame do Huguinho. Há mais de um ano já havia conseguido fazer o desmame noturno, ou seja, nada de mamar no peito de madrugada, mas o desmame completo eu não tinha nem ideia de como seria possível.

Para mim, o processo começou com pesquisas na internet e pedidos de dicas para amigas. Mas parecia algo tão distante, tão surreal e impossível de acontecer no curto prazo. A questão é que o Huguinho já estava com 2 anos e quatro meses e, embora tenha amado amamentar, já estava me sentindo muito cansada fisicamente.

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Viajar de carro requer criatividade!

Nunca foi muito fácil sair de carro com o Huguinho. Quando ainda usávamos o bebê-conforto era um terror. Ele chorava muito, não queria ficar sentado e apenas 15 minutos no carro parecia uma viagem de três horas.

Logo que trocamos o bebê-conforto pela cadeirinha o comportamento dele melhorou muito! O Huguinho passou a curtir os passeios de carro, a olhar tudo com mais curiosidade e a interagir conosco sem que precisássemos sentar no banco de trás.

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