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‘Criança não namora. Nem de brincadeira’

crianca-namoraTem circulado nas redes sociais um grande debate em torno de uma campanha criada aqui no Brasil contra a erotização precoce das crianças. O tema me chamou a atenção e decidi pesquisar um pouco mais.

Descobri que se tratava de uma ação desenvolvida pela Secretaria de Estado de Assistência Social do Amazonas. Achei ótima a ideia do slogan: “Criança não namora. Nem de brincadeira”. O tema é polêmico, claro. Muitos acham que não tem nada a ver estimular aquele “namorico” entre crianças, e que essa campanha é nada mais, nada menos do que um excesso de “politicamente correto”.  Outros garantem que comportamentos assim podem ajudar a “adultizar” a criança e induzi-la a sentimentos que ainda não são próprios da idade.

Nunca tinha parado para pensar muito sobre o assunto, mas achei um debate importante e decidi fazer uma matéria para o trabalho. Entrevistei o coordenador da campanha e uma pedagoga, e os dois foram taxativos: crianças têm amigos e não namorados.

Vamos concordar que faz muito sentido? Qual a necessidade de transferirmos para as crianças um sentimento que faz parte das nossas vidas, como adultos? Se para nós os relacionamentos já são complicados, imaginem queremos impor às crianças a necessidade de compreendê-los e vivenciá-los?

Acho que precisamos, antes de tudo, deixar as crianças serem crianças: correr, brincar, pular, andar de mãos dadas, abraçar, beijar… sim, tudo isso pode ser feito por elas — e por nós também — sem ter qualquer pretensão por trás. Não existe nada mais bonito do que a amizade e o amor de uma criança.

Vou deixar aqui o link da minha matéria para quem quiser ler um pouquinho mais sobre o assunto. Garanto que vale a pena saber o que os especialistas nos explicam. Leia aqui!

 

 

 

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