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Um pouco do dia a dia com os pequenos em Londres

londresDepois dessa última semana em que a Inglaterra não sai da boca do povo, por motivos óbvios (Brexit e a eliminação da eurocopa pra simpática Islândia), resolvi contar um pouquinho do que a cidade oferece para as crianças e seus cuidadores, na maioria das vezes, a mãe.

Não vou falar turisticamente, vou falar do dia a dia.  Mas se você vem a passeio, nada impede de fazer essas programações locais.

Bom, de cara quando cheguei, busquei pela internet o que o sistema oferecia para crianças, já que  havia decidido que o Tom não entraria na escola antes dos dois anos.

Para minha surpresa, a cidade oferece muitas atividades para crianças de todas as faixas etárias e não só para os bebês.

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Chá de fraldas junino: o xarraiá

Desde que me tornei mãe passei a acompanhar sites e blogs sobre maternidade, e sempre tento ler os textos sobre o tema compartilhados por amigos nas redes sociais. Na semana passada, li um texto muito bacana que ressaltava a importância de aproveitarmos tudo o que pudermos — e mais um pouco — desde a gravidez, e daí, claro, por toda a vida.

O chá de bebê foi um dos destaques do texto, cuja autora até mesmo brincou com os papais e mamães que às vezes fazem as contas para ver se vale mesmo a pena (financeiramente!) fazer um chá de fraldas ou não. A conta era no sentido de saber se gastaria mais fazendo a festinha ou comprando fraldas. É claro que, infelizmente, nem todos podem bancar uma celebração desse tipo, mas todos deveriam poder, pois é um momento muito especial da vida dos futuros papais.

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Quero nascer de novo!

quero-nascer-de-novoGanhar um irmão não é nada fácil. Sofia olhava desconfiada para o barrigão da mamãe: como podia uma criança morar lá dentro? Todos em volta da menina só falavam naquele bebê… Que sentimentos Sofia vai enfrentar com esse nascimento? Com uma linguagem muito interessante, o livro abre portas para a discussão de fantasias infantis diante da chegada de um irmão ou uma irmã. Confira!

Autor: Ilan Brenman
Ilustração: Catalina Echeverri
Editora: Saber e Ler

 

 

 

* A escolha dos livros para a biblioteca do Mama Connection é feita de acordo com os gostos das mamães Carol, Mari e Pri, e seus filhotes, claro. O Mama busca mesclar histórias escritas por autores nacionais e internacionais. Não há qualquer vínculo comercial com os autores e/ou editoras responsáveis por cada publicação indicada no blog.

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A vida a três no estrangeiro

A vida a três no estrangeiroUma das coisas que mais sinto falta nessa vida a três aqui em Oslo é ter a opção de deixar Gael com alguém por um momento para dar uma escapadinha. Além de claro ter a família perto, isso é indiscutível, mas ter uma avó para ligar e pedir para ficar com Gael um pouco faz falta sim. Não é que eu não queira ficar com meu filho, não me entendam mal, mas eu gostaria sim de poder fazer a unha de vez em quando. E isso eu não faço desde que voltei do Brasil em janeiro.

Sim, eu poderia fazer a unha enquanto ele dorme, mas sempre que ele dorme é aquela coisa de querer ganhar o mundo e fazer tudo da lista, mas a lista nunca termina. E às vezes a lista é apenas deitar no sofá e relaxar um pouco. É bem verdade também que quando ele está acordado eu prefiro estar com ele, pois já passo o dia longe, então são 2 horinhas que temos juntos e passa rapidinho. Por isso que eu vou na academia depois que ele dorme.

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‘Para um pouquinho, descansa um pouquinho, 550 quilômetros…’

huguinhoSabe quando você tem aquela sensação de que tudo parece estar dando errado? O maior problema disso é que aí que as coisas não dão certo mesmo.

Os últimos dias não foram fáceis por aqui. O Huguinho teve febrão, febrinha, muita tosse, engasgos seguidos de vômitos, e para completar a mamãe e o papai também ficaram resfriados. Junte a isso a falta de apetite do bebê, as crises de choro e as noites mal dormidas. Nada funciona bem e o nosso humor vai para o espaço.

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Nasce um filho, nasce uma mãe

* Por Ana Gabriela Marques

FB_IMG_1466256092317Tenho poucas lembranças da minha infância com brincadeiras de mamãe e filhinha. Acho que desde cedo era bem decidida quanto a isso: não queria ser mãe. Já na fase adulta, casada há muitos anos, muitas pessoas me questionavam e eu era categórica na questão: não vamos ter filhos. Meu marido topava sim, mas já estava quase desistindo por eu estar tão longe dessa ideia. O tal bichinho da maternidade e o relógio biológico nunca bateram em mim. Muita gente não entendia e eu super me entendia, não queria e ponto,  crianças são lindas e puras, mas não queria uma pra mim. Pois bem, casada já há anos, tomando pílula há séculos, precisei dar uma pausa por recomendação médica. Essa médica hoje aos meus olhos, estava em parceria o cara lá de cima, só pode. E com 11 dias mais ou menos sem tomar remédio, engravidei. Uma bomba caiu sobre minha cabeça. Ali eu parei, respirei (mentira, eu fiquei sem ar por muito tempo) e percebi que eu não era Deus e que eu não tinha o domínio sobre tudo. Meu marido sorria de orelha a orelha. E eu me mantive pelo menos uns 15 dias com cara de velório.

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A primeira reunião de pais

20160616_155840Ontem participamos de nossa primeira reunião de pais. Sinal de que nosso filho cresceu, ou nem tanto assim, mas de que o tempo passou e ele vai começar na creche.

Para mim, ir para a creche parecia um caminho natural, após esse longo tempo de licença, mas agora que vai chegando a hora está dando um nervosinho. Acho que Gael vai se sair muito bem, adora encontrar crianças e brincar (ou roubar os brinquedos deles), mas e os pais como ficam?

Sei que muita gente fala, “é ótimo, eles se desenvolvem muito”. Vai ser bom em muitos pontos sim, mas o fato é que ele vai passar mais tempo do dia com outras pessoas e nós não estaremos lá para assistir suas descobertas. Mas vamos em frente que nada é para sempre.

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O dia em que eu disse “SIM”.

Londres, 13|06|2013

Filho,

Hoje é dia 13 de Junho de 2016. Sabe o que isso significa? Que há sete anos atrás,  eu dei o melhor “sim” da minha vida. Eu e seu pai nos casamos! Aliás, a gente se casou bem antes disso… mas o ritual tradicional, com direito a festa, vestido branco e All Star, foi nesse dia. É! Seu pai entrou na igreja de All Star…hehehe,  esse é o seu pai, filho!

Estava um lindo dia típico de inverno no Rio de Janeiro. Daqueles bem frios, mas com o céu azul e o sol na medida certa. Casamos numa casa perto da praia, que estava lotada de amor em forma de gente.

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O ponto mais marcante do nascimento do Enzo

Vovô Celio e Enzo

Vovô Celio e Enzo

Por Fillipe Soares*

Recebi a notícia da chegada do meu moleque um domingo antes do dia dos pais. Já havia nascido a certeza de que minha esposa estava grávida (e a vontade de ser pai SEMPRE esteve em mim, desde a mais tenra idade). Preparávamos-nos pra casar aqueles casamentos dos sonhos das meninas e pesadelo dos meninos, e foi aí que tivemos que repensar toda a trajetória.

Minha esposa demorou a se acostumar com a ideia, afinal sempre quis que este momento fosse programado, como um roteiro de cinema: conhece-beija-namora-casa-tem filhos.  Ela só esqueceu de combinar com o destino, nosso companheiro implacável.

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Flicts

116683780_1GGConta a história de uma cor procurando o seu lugar no mundo. Flicts não consegue se encaixar no arco-íris, nas bandeiras e em lugar nenhum. Ao longo do livro, Flicts pensa que “não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul”. Mas no final Flicts também encontra seu lugar: a Lua. A história é muito bonita e mostra a descoberta das diferenças. Presenteia o leitor com uma fantástica mensagem de caráter e respeito, dando a entender que todas as pessoas por mais diferentes que sejam, possuem seu lugar no mundo. 

Autor: Ziraldo
Editora: Melhoramentos

* A escolha dos livros para a biblioteca do Mama Connection é feita de acordo com os gostos das mamães Carol, Mari e Pri, e seus filhotes, claro. O Mama busca mesclar histórias escritas por autores nacionais e internacionais. Não há qualquer vínculo comercial com os autores e/ou editoras responsáveis por cada publicação indicada no blog.