Montando uma caixa de atividades para o Huguinho

WP_20160223_004A energia de um bebê de um ano e meio é assustadoramente empolgante. A impressão é de que ele não quer perder um segundo sequer. Pra quê? O legal é correr, pular, brincar, escalar, gritar…

Mas, além de dar conta do bebê, ainda temos todas as outras tarefas do dia a dia da casa e do trabalho. Como conciliar tudo isso? Acho que é preciso voltar a ser criança e deixar a imaginação aflorar.

Conversando outro dia com a minha mãe, comentei que tinha começado a pesquisar atividades para o Huguinho, mas muitas dicas que encontrei são mais legais para creches e maternais, onde várias crianças brincam juntas.

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E como fica a vida da mãe? Status: convivendo com a bagunça e engolindo comida fria

DSC_0231Meu filho agora dorme uma soneca longa depois do almoço, o negócio é que essa soneca é sempre no carrinho. Maravilha para quando temos que sair, viajar, dormir no carrinho é uma mão na roda. Mas e quando cai bem na hora do meu almoço e basta entrar no prédio que ele acorda? Sério, eu chego perto do portão, nem parei o carrinho ainda e ele já está acordando. Deve ter um detector secreto em algum lugar, não é possível! O jeito é almoçar do jeito que dá, isso é parte do pacote de ser mãe.

Teve uma semana em que eu vivi no luxo. Ele dormia no carrinho, eu dava umas voltas, fazia compras, olhava umas vitrines, voltava para casa e ele ainda dormia mais uma hora e meia. Dava tempo de almoçar, olhar e-mails, snapchat, ler coisas inúteis na internet, ficar jogada na cama olhando a manchinha na parede ou até escrever esse post. Foram dias gloriosos que já estão no passado.

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Loucuras pós-parto

FullSizeRender-2Estava aqui pensando no meu pós-parto… Meu Deus! Fiquei com umas ideias muito loucas… Não sei se foram as longas horas de trabalho de parto, ou, se foram muitas dores, muita excitação em ter meu filho nos braços… Eu não sei! Só sei que junto com a minha placenta, um tanto da minha sanidade (que já não era muita) também foi embora… hahahaha.

Meu parto chegou quase perto do sonhado. Bateu na trave, mas foi lindo do jeitinho que foi! Mas isso é papo pra outro post. Meu filhote nasceu super bem, eu estava ótima e logo depois do parto, senti a sensação mais maravilhosa deste mundo! Antes disso, eu só havia sentido algo parecido no dia do meu casamento. Depois de três maravilhosos dias no hospital, que mais parecia um Spa (isso em Stavanger/ Noruega), voltamos pra casa com nosso pacotinho.

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O abraço de urso do Huguinho

WP_20160222_004Desde que o Huguinho nasceu temos nos empenhado para evitar que ele se torne um “bichinho-do-mato”.  Isso porque ele tem muito pouco contato com outras pessoas. No dia a dia somos apenas nós três, além do Mafuá, claro. E também a nossa casa fica mais pro meio do mato.

Como já contei aqui, as nossas famílias moram em outras cidades e não nos encontramos toda hora. É claro que vemos outras pessoas na rua, temos amigos/vizinhos, mas acho que o contato direto com a família acaba fazendo falta.

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Mudança: muita paciência, amor e colinho

FullSizeRenderE lá vamos nós novamente! Malas nas mãos, muitas histórias pra contar e bons amigos pra guardar. Dessa vez estamos deixando a linda Noruega, pela fascinante terra da rainha.

Neste exato momento, estamos em pleno processo de transição… sem casa definitiva, fazendo reconhecimento da vizinhança e sem os nossos pertences. Tudo muito intenso. Ainda mais quando se tem um bebê de 1 ano e 4 meses, que veio de 2 meses de férias no Brasil. Na casa dos avós, ele tinha tios, papagaios e periquitos só pra ele… num calor de 40 graus e agora está num Flat só com a mamãe aqui, num frio de 5 graus. Imaginaram a cena??? Nem queiram… Na verdade, nem sei como estou escrevendo esse post.

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Gael e a água

“Quando era pequeninino, bem menor que um bebê, era como um peixinho na barriga da mamãe” Palavra Cantada

Meu filho é um peixinho. Adora brincar na água, olhar para a água caindo, tentar pegá-la como se fosse um objeto. Não entende que a água é corrente e fica tentando repetidas vezes pegar para colocar na boca. Termina sempre de mãos vazias.

O primeiro banho foi bem tenso. Foi o papai que deu e não recebemos nenhuma orientação, também não fizemos curso, fomos no instinto. Gael chorou tanto que durou 3 segundos, não deu para lavar muito. Já o segundo banho foi bem mais tranquilo, enrolamos ele numa toalha-fralda então acho que ele foi se sentiu melhor. Depois disso, com o tempo, foi curtindo cada vez mais.

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Ler para o bebê é fundamental

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Durante a gravidez cheguei a ler um ou outro livro para o Huguinho. Deveria ter lido mais. Pode parecer estranho, mas vários estudos falam sobre a importância de ler para os bebês ainda na barriga. Eles já conhecem o tom da nossa voz e se sentem confortados em poder ouvi-la.

A leitura, portanto, entrou na lista de atividades do Huguinho desde cedo. Quando bebezinho, ele parecia nem se importar com a história. O objetivo dele era arrancar o livro da minha mão para colocá-lo na boca. Entre uma mordida e outra, ele ouviu algumas histórias.

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6 meses de Gael

6 mesesMeu filho,

Você está crescendo! Já tem 6 meses, meio ano, já é um bebê de meia idade!

Quanto orgulho me dá vê-lo crescer. Passo a passo, cada dia uma descoberta.

Ao mesmo tempo dá um aperto no peito, o tempo passa tão rápido. E eu sou uma mãe clichezona que não cansa de falar isso. Dá até saudades do dia em que você nasceu.

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Carta de Agradecimento

” Todo carnaval tem seu fim… “

Foto: Joaosouza

Querid@s,

Hoje é quarta-feira de cinzas no Brasil, mas pra nós, quarta da saudade.Uma saudade misturada com uma gratidão sem fim… e mesmo que eu quisesse, não conseguiria pagar, tamanho amor distribuído e doado nesse longo (mas sempre pouco) tempo na terrinha amada!

Confesso, que dessa vez no Brasil senti algo diferente, senti uma urgência absurda… Não queria que o Tom perdesse nada! Tinha urgência pra ele não desperdiçar tempo… o tempo com os avós, com os tios, tia, família, filhos de amigos, com o sol, o calor, com a alegria das pessoas, natureza… Nunca, antes de um filho, a passagem do tempo se mostrou tão concreta. Foi uma loucura ver o tempo passar e perceber todas as transformações ali, escancaradas na minha frente! Penso que isso tudo se intensifica, pois a nossa convivência física com vocês se dá em momentos específicos do ano.

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Aula de música para bebês não é só diversão

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O Huguinho ainda não vai para a creche ou escolinha, mas estávamos sentindo falta de uma atividade extra, principalmente para que pudesse ter mais contato com outras crianças.

Primeiro pensei em natação. Li bastante a respeito e vi que para a idade dele não tinha contraindicações, muito pelo contrário, é uma atividade super recomendada para crianças. Mas confesso que acabei desistindo tanto por não ter encontrado uma opção bacana quanto por ter lido alguns relatos de mães reclamando de bebês com frequentes infecções respiratórias. Por via das dúvidas e por causa das minhas neuroses de mãe de primeira viagem, achei melhor esperar mais um pouco.

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